Natura: O próprio universo

Tem horas que eu paro pra pensar na vida, e me pergunto por que viver mesmo. Recordo todos aqueles atos inúteis que realizei na minha imaturidade, que atuei sem saber pensar, e que as consequências me prejudicaram tanto que eu novamente penso no que é realmente viver. Diante de tudo isso, eu desejo querer mudar, reverter minhas atitudes, que resultam na mesma coisa: nada. Mas de todo o problema pessoal, eu consigo parar pra olhar por onde ando, olhar o que está ao meu redor, o que ou quem está nele, parar pra olhar o mundo. Nessa problemática, eu encontro a origem do meu post de hoje: Natureza. Que bobeira né, todo um ciclo para chegar em algo que nós todos temos noção do que é… Porém não, nem mesmo os melhores ambientalistas do mundo tem noção no que vivem.

Árvores, natureza, plantas, animais, água, vida. Natureza é isso? Acho que não. Cada dia que vejo algo novo sobre o assunto, eu me maravilho mais ainda, e me pergunto onde tudo isso vai parar. O meio ambiente só me proporciona cenas lindas, independente de qualquer tipo de acontecimento que estou vendo. Até mesmo uma matança entre animais se torna algo bonito de se vê aos meus olhos. Não só o ambiente natural, aquele onde a humanidade não se envolve, mas também o nosso ambiente, nossa natureza me maravilha. Nunca deixo de olhar para alguém que está entre os outros, cuidando, preservando e amando àquilo em que vive. Tudo que é natural é bonito.

Mas claro, tudo também tem o seu “porém”. O meio ambiente tem mais que um simples “porém”, e todos nós sabemos a situação em que ele está. Algo me corrói quando vejo uma destruição ali, outra aculá, e outra mais ali. Surge um sentimento de revolta sem o poder de realizá-lo, e isso é claramente muito triste pra mim. Nós estamos numa situação desprezível, seja na nossa natureza ou na natureza que digamos ser “natural”. Olhamos para o bem mais precioso que temos, cabisbaixos. Uns ou outros se sentem culpados por o que está acontecendo, e tentam reverter a situação sozinhos. Enquanto outros bilhões estão ali, parados, olhando tudo morrer sem nem mexer as mãos no barro. E o que ganhamos com isso? Ódio, rancor, egoísmo, miséria, violência, e as outras piores coisas do mundo. Tudo derivou da natureza, da luta e da caça para quem iria ganhá-la primeiro.

Dai você deve está pensando: “eu faço a minha parte, o resto do mundo que deve fazer a dele”. Não cara, você não faz a sua parte. Se você fizesse, a destruição não iria existir, nós teríamos o meio ambiente inteiro e estável para sempre. E sabe por que você não faz? Porque não consegue focar a vida somente nisso, a natureza “natural” é o escanteio, e apenas a repomos quando possível repor. Ela tá sempre ali, mantendo nossa dieta, nosso corpo, nossa vida, sempre nos fornecendo tudo, e não é motivo pra se preocupar quando repor. E a nossa natureza, nós humanos? Também não é motivo pra se preocupar quando tem outro que se preocupa. Nessa história da preocupação, um planeta vai esgotando os frutos mais internos.

Relacione todo esse amor ao ambiente como ao amar uma pessoa. Você quer cuidar, amar e nunca deixar de lado. Você sabe que no dia em que perder este alguém, o sofrimento virá acompanhando, e é claro que você não deseja isso a qualquer custo. Agora, se você não valoriza e preserva esta pessoal, consequentemente ela vai deixar de existir pra você. Digamos que esta pessoa tenha o nome de Natura ( a palavra natureza provém desta palavra latina, que significa “qualidade essencial, disposição inata, o curso das coisas e o próprio universo”), você deixa de amá-la, de cuidá-la, e ela vai embora. Porém, você não consegue viver sem ela a nenhum custo. Quem vai embora com ela? Você.

Aonde eu quero chegar com isso… A única coisa que gostaria de ver, era uma humanidade pacífica. Ver todo aquele ambiente em eterna preservação, sendo amado e cuidado como nunca. Ver a natureza humana se relacionando sem que exista uma crise, uma guerra, e mil mortes. Mas para alcançar isso (ou nem alcançar) terei de viver em outro mundo, ou reviver bilhões de anos em que a Terra estima-se ter surgido. E provavelmente, isso volta a se tornar mais um sonho de menina.

Cuide, preserve, ame o que tem ao redor. Porque no dia em que isso se extinguir, você também se extingue.

Uma das minhas fotografias preferidas, onde a relação humana com a natural aparece bem.

Uma das minhas fotografias preferidas, onde a relação humana com a natural aparece bem.

Realidade Ficcional

ficçao

Sabe aquele momento que você assiste, lê e ouve tanta coisa à respeito de ficção e acaba achando que a realidade é mesmo aquela? Se a resposta for não, então acho que você não enxerga nada além do que vê e isso é bem prejudicial. Se sim, partilhe junto a mim esta sensação tão estranha que mexe a nossa cabeça.

Bem, de principio, todos nós sabemos que sem estudo, sem aprofundamentos, nunca teremos bons argumentos para discutir com aquela pessoa chata que sempre tem algo melhor que você. E pior ainda, quando essa pessoa chega falando pra ti sobre revelações que fez de todos aqueles filmes legais que você assistiu, ou aquele livro que leu, e você nem se quer parou para prestar atenção. É triste. A primeira coisa que lhe vem a cabeça é conhecer coisas que aquele individuo não viu ainda. E é ai que começa as horas pesquisando, comprando, assistindo, lendo e fazendo inveja àquele chatinho.

Imagina tudo aquilo que você estudou e discutiu seja à respeito de ficção… Aparece uma série de dúvidas na sua cabeça, e por mais que você saiba que aquilo não passa de fantasia, você ainda se debate. Essa sou eu e você que disse sim à questão inicial.

Desde algum tempo, venho lendo e vendo coisas fictícias, e criei uma paixão enorme pelo gênero. Antes disso acontecer, eu tinha pavor. Pavor de sangue. Pavor de morte. Pavor de coisas que não existiam. E de algum modo, vê uma realidade ficcional me fez ser menos bobinha, passando a não ter medo de tanta coisa.

Mas claro, não me refiro somente àquela ficção de terror, onde só tem desgraça mermo. No geral, desde fadas à elefantes com cara de panda e chifre de unicórnio, passei a vê de outra forma. Não que eu esteja acreditando em tudo isso, mas tento achar uma explicação racional da coisa.

Às vezes, quando tô vendo uma série fantasmagórica pela noite, sozinha e trancada, dá até pra imaginar ouvir coisas. Ou até quando tô lendo “A Tormenta das Espadas” (de George Martin, da série Crônicas de Gelo e Fogo, sucesso na tv como série também), onde o cenário é medieval, me imagino vivenciando as catástrofes da época, como também matando monstros além da muralha.

Em fim, tudo isso me deu uma lição de grande importância: Não acreditar somente naquilo que vejo, naquilo que escuto, naquilo que me dizem ser a verdade. Mas, se aprofundar mais ainda no que busco saber, à não ter medo de coisas estúpidas, lutar pelo que acho ser certo, buscar a minha própria verdade.

Não tenham medo de enfrentar o que achar verdade. Beijo grandão 🙂

Recomeçando e Renovando

Olá caros colegas, como vão? Eu estou feliz, e agora mesmo estou fazendo algo que essa felicidade me motivou: Voltar com meu bloguinho empoleirado. Isso mesmo, uma grande novidade, depois de tanto tempo inativo. Digamos que, estou recomeçando e tentando inovar ainda mais nesse recinto.

Ok, mas já que tá começando tudo de novo, será que podia apresentar-se, como também mostrar o destino deste blog? Este seria o próximo ponto.

Como já explicito no próprio nome do blog, sou Maria Eduarda (Duda, Dudinha, Dudoca, ou do que vocês acharem melhor). Dai alguém deve tá pensando: “Mas que menina escrota, coloca o nome dela no do blog”. Na verdade, este lugarzinho foi confeccionado há um tempo atrás pelo meu namorado Leonardo, e foi uma das provas de mais eterno amor por minha pessoa. Então, tô preservando o que ele criou e me deu. Enquanto a frase que está no cabeçalho “Até onde uma ideia pode ir?”, foi durante uma crise filosófica a qual minha cabeça passava, que me fez pesquisar em diversas páginas à respeito do envolvimento desta matéria pensante na minha vida. O que eu levei a desvendar dela foi uma breve questão… Qual o limite do que pensamos, do que imaginamos, do que desejamos? Aí meu querido, só deus.

SOU APAIXONADA POR LIVROS. O primeiro assunto quando estou conhecendo alguém, são os livros. Prosseguidos assim pela música, séries, jogos aleatórios, talentos (principalmente no desenho ou na pintura) e por fim, o pessoal.

Quando falei em inovar, inovarei mesmo em boa parte das coisas. Já tem um tema diferente, um fundo personalizado com um desenho meu (créditos mais que especiais dados ao meu amigo Renê), como também abordarei assuntos aleatórios que convivo diariamente entre coisas a serem analisadas. Decidi também organizar o tempo de postagem, porém, isso é promessa das velhas… Mas que farei o possível, farei. No entanto, enquanto o fogo de “volta ao blog” está alto, toda semana terá algo novo, nem que seja uma foto ou uma frase.

Pra terminar, fica aqui meu contato no facebook e o skype é eduardapld. Se curtiram ou não, aceito todo tipo de comentário e crítica que vocês quiserem me mandar.

Beijo enorme e um abração no coração 🙂